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sexta-feira, 21 de maio de 2010

TUBARÃO-SERRA



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Apenas estão classificadas nesta ordem cinco espécies, na família Pristiophoridae (constituida apenas por dois géneros).

Ocorrem em águas do Indo-Pacífico, desde a África do Sul à Austrália e Japão.

A característica mais marcante é terem a maxila superior alongada numa longa lâmina estreita, comdentes alternadamente grandes e mais pequenos de cada lado e periodicamente substituídos. Na base deste focinho existem dois longos barbilhos.

Possuem duas barbatanas dorsais, faltando-lhes barbatanas anais. Algumas espécies alcançam 170 cm de comprimento.

O género Pliotrema tem seis fendas branquiais e o género Pristiophorus tem usualmente cinco.

Alimentam-se, dependendo da espécie, de peixes ósseos, camarão, lulas e outros crustáceos


GAROUPA-GIGANTE


Garoupa-gigante (Epinephelus lanceolatus) no Aquário de Geórgia



Os peixes são animais vertebrados, aquáticos, tipicamente ectotérmicos, que possuem o corpofusiforme, os membros transformados em barbatanas ou nadadeiras (ausentes em grupos mais basais) sustentadas por raios ósseos ou cartilaginosos, as guelras ou brânquias com que respiramo oxigénio dissolvido na água (embora os dipnóicos usem pulmões) e, na sua maior parte, o corpo coberto de escamas.

PEIXE ABISSAIS





Himantolophus albinares, ou peixe-bola, vive no Oceano Atlântico em profundidades entre 200 e mil metros. Já o Melanocetus johnsonii, ou peixe-diabo negro, encontrado em todos os oceanos numa profundidade entre 100 e 2 mil metros. Ele atrai sua presa com uma falsa isca, uma saliência luminescente que agita sobre a cabeça.


O Anoplogaster cornuta, ou peixe-ogro, vive entre 500 e 5 mil metros de profundidade e chega a ter até 18 centímetros









SUBMARINO-ROBÔ



Um submarino-robô desenvolvido nos Estados Unidos alcançou a área considerada a mais profunda dos oceanos - o chamado Challenger Deep, na Fossa das Marianas, no Pacífico. O local, perto da ilha de Guam, é o maior abismo da Terra, com 11 mil metros de profundidade - 2 quilômetros a mais do que o Monte Everest tem de altura.

O mergulho da embarcação não-tripulada Nereus ocorreu no último domingo e atingiu 10.902 metros de profundidade. Nesta localização, a pressão chega a ser mais de mil vezes maior que a nível do mar.

O Nereus é operado à distância por pilotos a bordo de um navio, com a ajuda de cabos de fibra óptica que permitem que ele desça a grandes profundidades e seja fácil de manobrar. Ele também pode ser colocado em modo automático e "nadar" livremente.

"Com um robô como este, nós agora podemos virtualmente explorar qualquer parte do oceano", disse Andy Bowen, diretor do projeto e principal pesquisador por trás do desenvolvimento do submarino no Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI, na sigla em inglês).

"Essas fossas são praticamente inexploradas e tenho certeza absoluta que o Nereus vai permitir novas descobertas", afirmou. "Este mergulho marca o início de uma nova era na exploração dos oceanos."

O Challenge Deep só foi atingido antes por duas outras embarcações. Em janeiro de 1960, Jacques Piccard e Don Walsh fizeram a primeira e única viagem tripulada ao local, a bordo do batiscafo suíço Trieste.

A embarcação era composta por uma esfera de aço de 2 metros de diâmetro, ocupada pelos dois tripulantes e pendurada em um tanque de petróleo gigante, projetado para permitir uma boa flutuação. Durante a expedição, que durou nove horas, os dois homens passaram apenas 20 minutos no fundo do oceano - tempo suficiente para registrar a profundidade local em 10.916 metros.

Em 1995, o submarino-robô japonês Kaiko foi o primeiro veículo não tripulado a visitar o local. Atualmente, os aparelhos mais aptos a descer a grandes profundidades chegam a uma média de 6,5 mil metros, o que permite aos cientistas explorar 95% do fundo do mar.

AQUECIMENTO GLOBAL



Em tempos de aquecimento global, qualquer descoberta que ajude a manter os oceanos limpos e saudáveis para que eles possam realizar a sua função como maior sumidouro de CO2, é lucro.

peixes-coloridos

O aumento em dióxido de carbono na atmosfera não apenas leva ao aquecimento global, mas também aumenta a quantidade de CO2 dissolvido na água do oceano, tendendo a torná-lo mais ácido, potencialmente uma ameaça para a vida no oceano.

Químicos alcalinos podem ajudar a balancear esse processo, diminuindo a acidez dos oceanos. É o que dizem pesquisadores da Universidade de Exeter.

Os pesquisadores acreditam que a contribuição pode ainda ser maior que o esperado e que necessitam de maiores estudos.

É uma pena, que mesmo a “caquinha” dos peixes ajudando a balancear o efeito da acidez, seja dificil de ser revertido. Afinal, 80% dos estoques pesqueiros utilizados comercialmente estão ameaçados e nenhuma medida está sendo tomada eficientemente pelo governo federal para reverter esse caso.

Durante os 3 primeiros meses deste ano, o Greenpeace trouxe o Artic Sunrise para o Brasil, com o objetivo de alertar a população brasileira sobre os problema do aquecimento global, e conseguir o comprometimento do governo para o desmatamento zero, a proteção dos oceanos e também no investimento de energia renovável.

Cada um precisa fazer a sua parte para salvar esse planeta…. corte sempre o desnecessário no seu consumo diário.

E agora, você já pode começar retirando os peixes do cardápio, afinal, você acabou de ver que os peixes estão fazendo a parte deles para reverter o quadro climático.

Que tal você fazer a sua?

Acesse nosso site e assine a petição….mmostre que você está preocupado com o futuro do planeta.

CORAL


Lawrence Whaba filma corais





Foi divulgado o balanço internacional sobre a saúde dos recifes de corais, elaborado por 240 cientistas de 98 países. O resultado não foi bom para a saúde dos oceanos e, consequentemente, dos seres humanos: 70% dos corais estão ameaçados ou já foram destruídos, apesar de, em 2004, terem começado a se regenerar.

O balanço atribui esta degradação à poluição, à pesca excessiva, ao aumento da temperatura do planeta, ao desenvolvimento urbano em zonas costeiras e às enfermidades dos microorganismos que formam os corais.

"Vinte por cento dos corais do mundo foram tão danificados que têm poucas esperanças de regeneração", ressaltou durante uma entrevista à imprensa Clive Wilkinson, coordenador da Rede de Vigilância Mundial de Recifes de Corais. O documento constatou também que a superfície total de recifes de corais aumentou em 2004 comparado aos últimos anos, um sinal de regeneração. "Nos alegra poder afirmar que cerca da metade dos corais em mal estado em 1998 estão em vias de se regenerar", afirmou Clive Wilkinson. Mesmo assim, recordou, "70% dos recifes de coral do planeta estão ameaçados ou destruídos, em comparação aos 59% de quatro anos atrás".

Os danos mais severos foram constatados no Golfo Pérsico, onde 65% dos corais desapareceram, e no sudeste e sul da Ásia, com taxas de destruição de 38% e 45% respectivamente. Estudos recentes constataram também que o Caribe perdeu 80% de seus corais.


sexta-feira, 14 de maio de 2010

TUBARÃO BRANCO



ORCA



Treinadora aparece em foto de dezembro de 2005 com orca em um tanque do SeaWorld




Uma treinadora do parque SeaWorld, que fica em Orlando, na Flórida, morreu hoje depois de ser atacada por uma orca. As autoridades responsáveis pela investigação do caso não sabem dizer se a experiente treinadora, Dawn Brancheau, 40, que trabalhava no parque desde 1994, caiu no tanque ou foi arrastada a ele por um dos animais.

O jornal local "Orlando Sentinel" entrevistou um turista brasileiro que disse ter testemunhado a ação. João Lúcio de Costa Sobrinho, 28, contou à publicação que tirava fotos do interior do tanque ao lado da namorada, Talita Oliveira, 20, quando percebeu que uma das orcas levava uma pessoa na boca. "Foi terrível. Foi difícil ver a cena", disse o brasileiro.

Os brasileiros disseram ao "Orlando" que tinham assistido ao show com as orcas do parque dois dias antes, mas que voltaram para tirar fotos e acharam que os animais estavam mais agitados. Conforme o casal, no momento do ataque, Brancheau estava sangrando na área do rosto, e a orca a girava enquanto nadava.

Outras testemunhas que jantavam em um restaurante das proximidades afirmaram ao mesmo jornal que a treinadora acariciava uma das orcas quando foi atacada e levada para dentro da água. Minutos depois, um alarme soou e seguranças isolaram a área. Conforme o porta-voz da polícia Jim Solomons, a treinadora estava morta quando o resgate chegou.


 - (Reprodução da BBC)

CAVALO MARINHO


PEIXE LUA



TUBARÃO

PEIXE ORNAMENTAIS

PEIXE ORNAMENTAIS


PEIXE ORNAMENTAIS


PEIXE ORNAMENTAIS

quinta-feira, 13 de maio de 2010

BALEIA ORCA





A orca pode ser encontrada em todo o planeta, apesar de sua distribuição desigual. Vista com mais   frequência em águas mais frias (em particular em regiões polares) do que em águas subtropicais ou   tropicais. Prefere águas mais profundas e costuma navegar próximo à costa, na rebentação, até o   perímetro de aproximadamente 800 km da costa. Não faz longas migrações como as baleias-azuis,   por exemplo, e são habituadas a navegar entre blocos de gelo flutuantes nas águas gélidas, onde   procuram presas.    Estudos realizados no litoral noroeste dos EUA e Canadá mostram que existem   dois tipos diferentes de orcas, as transeuntes e as residentes, com diferenças físicas e comportamentais.     As transeuntes formam bandos pequenos (1 a 7 orcas por grupo), percorrem uma área maior, alimentam-  se de outros mamíferos emitem sons com menor frequência e quando nadam, mudam abruptamente de   direção, costumam permanecer sob a superfície da água entre 5 a 15 minutos, subindo nos intervalos   para respirar. Possuem barbatanas dorsais mais pontiagudas do que as residentes.    As residentes formam bandos maiores, geralmente tendo de 5 a 25 orcas no grupo, percorrem uma área   menor, alimentando-se de peixes. Emitem sons mais longos, têm rotas de navegação previsíveis e   raramente passam mais de cinco minutos embaixo da água. 
 Diferente dos golfinhos, as orcas não costumam acompanhar os navios, mas são frequentemente vistas   dando saltos, batidas de cauda e peito na superfície da água e se esfregando no leito marinho, próximo   às praias. Talvez esse costume seja para "coçar" o corpo e retirar camadas mortas de pele. Outras   características comportamentais incluem nadar velozmente, no momento em que as orcas sobem à   superfície para respirar, a "imobilidade", o bando sobe à superfície sincronizando o movimento e   ocasionalmente a "batida de nadadeira dorsal", quando a orca movimenta uma das nadadeiras peitorais,   fazendo o corpo girar e bater a nadadeira dorsal na superfície da água. Podem viajar numa velocidade de   até 55 km/h. O sopro - um jato de água que é atirado pelo orifício nasal do animal -, quando baixo e   denso, é muitas vezes visível no ar frio. 

PEIXE ABISSAIS


No fundo do oceano, a 4000 metros, onde a luz do sol não desce e a temperatura média é de 2 graus, vicejam estranhas espécies de peixes escuros e de aspecto horroroso aos olhos humanos, que fascinam porém os cientistas por sua adaptação a vida sob pressões praticamente insuportáveis, pouco alimento e reprodução difícil.

São os peixes abissais, formas de vida extremamente peculiares. Alguns tem boca e estômago capazes de engolir e digerir presas com o dobro do seu tamanho. Nas condições do que seja talvez o mais inóspito dos ambientes, por sinal o maior hábitat do mundo, muitos desses peixes desenvolveram sistemas orgânicos destinados a iluminar as trevas e atrair as presas: possuem luzes no próprio corpo, que acendem e apagam como lanternas quando necessário.

Para pescarem usam freqüentemente as suas hastes luminosas. Estes órgãos produtores de luz são na verdade uma espécie de lâmpada: uma glândula de pele que compreende uma lente, um refletor e duas substâncias químicas, a luciferina (o combustível) e a luciferase (o catalisador), que aí são lançadas, provocando uma combustão e a libertação de uma viva luz fria. É a emissão de luz sem produção de calor. Algumas estranhas explosões submarinas têm sido ouvidas.

Hoje se sabe que essa classe de vertebrados, a mais antiga que existe, vive em qualquer lugar onde haja água - dos tenebrosos abismos oceânicos até a superfície do mar aberto. Não existe limite de profundidade para a vida. Há peixes que nadam a 300 ou 400 metros, mas também mergulham em profundidades de 4000 metros ou mais ainda. Há cerca de vinte anos, os cientistas que estudavam um habitat submarino nas ilhas Virgens, no Caribe, ficaram surpresos ao ver, numa noite escura, o que parecia um grupo de peixes piscando sem parar no meio de um recife de corais. Descobriu-se que eles pertenciam à família dos ceratióides, chamados pelos americanos lanterneye fishes (peixes-de-olho-de-lanterna) porque possuem embaixo do olho uma cavidade que abriga bactérias fosforescentes. Durante o dia, esses peixes mergulham a grandes profundidades.

LULA GIGANTE




O invertebrado acabou morrendo depois da captura Foto: AP


A lula-gigante (Architeuthis spp.) é um cefalópode da ordem Teuthida, conhecido por ser o segundo maior invertebrado existente na terra, perdendo apenas para a lula-colossal. As oito espécies do género habitam as profundezas dos oceanos e podem atingir comprimentos de 10 metros para os machos e 13 metros para as fêmeas, medido desde a barbatana caudal à ponta dostentáculos. A lula-gigante tem ainda um dos maiores olhos de todas as criaturas vivas, apenas ultrapassado pelo da lula-colossal. As ventosas dos tentáculos podem atingir até 5 cm de diâmetro. Já foram encontrados diversos exemplos de marcas destas ventosas cravadas nas cabeças decachalotes, que são predadores das lulas-gigantes.

A sua existência foi considerada um mito da criptozoologia por muito tempo, mas a descoberta de corpos e juvenis no estado larval veio mostrar que este animal existe mesmo.

Finalmente, em Setembro de 2004, a equipe do pesquisador japonês Tsunemi Kubodera do Museu Nacional Científico de Tóquio, e Kyoichi Mori, da Associação de Observação das baleias Ogasawara, conseguiu fotografar pela primeira vez na história um exemplar vivo no Pacífico norte, perto das ilhas Ogasawara. O animal de oito metros de comprimento agarrou-se a uma isca, presa a uma corda e lançada a 900 metros de profundidade por Kubodera. O espécime lutou por quatro horas para se libertar, amputando um dos tentáculos no processo. O tentáculo media cerca de 5,5 metros e foi resgatado pelos cientistas, ainda vivo e se movendo. As centenas de fotos obtidas foram divulgadas apenas um ano depois, numa revista científica. Outras provas, são as diversas notícias a respeito de pescadores que pescaram lulas-gigantes. A maior lula-gigante já capturada foi encontrada na Antártida, quando um barco de pesca neozelandês capturou a maior lula gigante já vista, uma criatura com olhos tão grandes quanto pratos e ganchos afiados na ponta de seus tentáculos. A criatura pesava 450 kg, e é 150 kg mais pesada do que o maior espécime encontrado até então.

TUBARÃO BRANCO





Ao contrário do que mostra o filme Tubarão, o tubarão branco não caça gente para comer. Ele gosta mesmo é de gordura, que é abundante nas focas, leões e elefantes marinhos e escassa nos seres humanos. É possível que o tubarão branco, muitas vezes, se engane ao ver surfistas deitados na prancha, remando com as mãos. Vistos do leito do mar, por onde o caçador avança, eles ficam parecidos com leões marinhos. Mas, no Brasil não é o tubarão branco que está atacando os surfistas. Ele também é muito curioso, e às vezes morde para satisfazer a curiosidade. Como não tem mãos, apalpa com os dentes.
O alimento dos tubarões brancos são as focas, leões e elefantes marinhos.
O tubarão branco é um peixe de águas tropicais, pois gosta do frio. Os cientistas têm verificado nos últimos anos que ele circula principalmente em regiões próximas das correntes frias e temperadas do planeta. A partir daí, nada para as áreas de procriação das focas e leões marinhos, que se situam em águas rasas, perto das praias de clima temperado e semitropical. São os campos de caça do tubarão branco.
O resto do oceano continua sendo uma incógnita. Ninguém sabe por exemplo, onde o tubarão branco se acasala e quais são os seus hábitos de procriação.
Uma questão curiosa a esse respeito, é a ausência do bicho nas águas ao sul do Brasil e na Patagônia, onde existem correntes frias e grandes concentrações de focas e leões marinhos. Talvez seja por respeito a outro grande predador, a baleia orca, muito comum na região da Patagônia. Se ficar confirmado essa hipótese, significa que os dois gigantes fazem uma divisão de território, pois dividem o mesmo alimento.




segunda-feira, 10 de maio de 2010

GOFINHOS


Fotos de golfinhos


Os Golfinhos são mamíferos e não peixes. Eles são animais de sangue quente como o homem e dão à luz a um filhote de cada vez e são animais sociáveis, tanto com os humanos com outros animais e entre eles. Existem 37 espécies conhecidas de golfinhos entre os de água salgada e doce o tempo de vida é em torno de 40 anos.
Nasce apenas um filhote de cada vez e a gestação dura, em média 12 meses, dependendo da espécie. Observando golfinhos em cativeiro, os cientistas determinaram o tempo de gravidez exato para algumas espécies, mas o período de gestação continua desconhecido para a maioria das espécies de golfinhos. Os cientistas crêem também que quase todas as espécies são promiscuas (partilham as fêmeas). O bebê nasce apontando primeiro o rabo, e irá mamar até 4 anos (ele só deixará de mamar mais cedo dependendo das circunstâncias). Os detalhes mais íntimos do acasalamento e nascimento de golfinhos, têm permanecido escondidos da observação humana. Muitos investigadores possuem apenas uma vaga idéia dos hábitos reprodutivos dos golfinhos. Pensa-se que o acasalamento é sazonal e é realizado de barriga para barriga como as baleias e muitas fêmeas não reproduzem todos os anos. Por vezes existe uma fêmea a ajudar no processo. O pai do golfinho bebe não participa na vida ativa e tratamento do seu filho, porém em algumas espécies, há fêmeas cuja função é a de babá.
o golfinho tem uma única narina no alto do crânio. Através dela, ele pode renovar 90% do volume de ar cada vez que inspira (no homem, a renovação é de 15%). Num único mergulho, o golfinho é capaz de submergir por 20 minutos até 300 metros de profundidade.
Velocidade: embora sejam gorduchos, os golfinhos conseguem nadar a velocidades de até 40 Km/h, graças a um efeito aerodinâmico que eles alcançam contraindo a pele e formando dobras que diminuem as turbulências.